
À medida que ia lendo o artigo da professora Suzana, ia cada vez mais me surpreendendo e me encantado ao mesmo tempo. É fantástico saber das possibilidades de modificação, atualização, renovação de um objeto digital de aprendizagem, sem que ele perca as suas características originais. Saber que é possível se manter ao longo do tempo a forma/formato com que foi criado. Nos dias de hoje, onde o tempo e as atividades do dia-a-dia nos consomem é de suma importância, poder aproveitar algo que já está criado fazendo as modificações e adequações necessárias.
Essa idéia de uma “Blogoteca”, pelo que eu entendi no texto, também possibilita um ganho de tempo enorme pois ao invés de fazer postagens em vários blogs, você tem a possibilidade de postar em um só blog, porém a postagem irá aparecer em todos os outros blogs linkados àquele em que você postou. Quando eu lia os vários blogs de uma mesma pessoa eu pensava: “Será que este (a) blogueiro (a) só faz isso?” Agora eu percebi que é possível devido a esse protocolo de agregação de conteúdos, aproveitar uma postagem para diversos blogs.
A possibilidade mais interessante para os educadores, é o fato de poder expor suas produções ou seus ensaios literários e poder contar com a colaboração no aprofundamento das idéias, com as diversas e diferentes visões, na construção compartilhada, no conhecimento em redes.
O fato de poder socializar os links favoritos, também é muito legal, pois permite que grupos afins como alunos, professores, blogueiros, possam compartilhar seus links favoritos. E é muito melhor você visitar um site que alguém já visitou e aprovou, tanto que colocou na lista de favoritos do que perder tempo com algo que te atraiu pelo título, mas no final não era o esperado.
Concordo com quem diz que as Tecnologias da Agregação e Distribuição de Conteúdos são o futuro ou a nova face da Web. Infelizmente a escola é sempre a última a incorporar as inovações tecnológicas nas práticas educativas. A resistência e o medo do novo, do desconhecido, aliados a acomodação, fazem com que a escola fique a margem das novidades tecnológicas. Mas quanto mais nos dispusermos a aprender/conhecer, mais possibilidades teremos de levar para os espaços educativos essas práticas inovadoras.
