Voltando um pouquinho no tempo, antes de iniciarmos esta disciplina, lembrei-me de cada vez que divulgavam a abertura das matrículas. Ficava angustiada, com medo de não conseguir uma vaga, pois desde que disponibilizaram a lista das opcionais, imediatamente fui atraída por esta disciplina. Queria muito aprender sobre blogs. E hoje, ao término desta etapa, posso afirmar com segurança que aprendi muito com e nessa disciplina, com as professoras que tiveram um “caminhão” de paciência conosco (as mais lerdinhas), com as colegas que animavam, incentivavam quando nos sentíamos esgotadas, desanimadas e angustiadas por não dar conta das atividades. Quantas coisas novas, quantas leituras, pesquisas, ferramentas, e principalmente, o que foi mais relevante nesse processo, quantas reflexões. Quando me empolgava ao descobrir um novo recurso que iria deixar o meu blog com um visual bonito, quase não pensava sobre o propósito daquele recurso, achava-o bonito e pronto. Porém, as intervenções das prôs Íris e Su, me fizeram refletir sobre a “usabilidade” (algo que passei a conhecer) e a relevância deste ou daquele recurso no blog. A Proposta das atividades onde tínhamos que conhecer os diversos e diferentes recursos, manipulando, exercitando e refletindo sobre as experiências de utilização, nos possibilitou a metacognição, onde crescemos e avançamos, por meio da análise e reflexão sobre o nosso processo de aprendizagens. Dessa forma, aprendi a perceber e lidar com as dificuldades, tomar fôlego e retomar com novas tentativas para seguir nessa caminhada. A forma com que fomos solicitadas por meio das atividades, a estudar/pesquisar, sobre um aplicativo/ferramenta em grupo, nos mobilizou a interagir e produzir coletiva e colaborativamente. Na atividade de socializar os conhecimentos adquiridos, além da ferramenta que estudamos, conhecemos e experimentamos, pudemos aprender também, um pouco sobre as ferramentas /aplicativos que os outros grupos pesquisaram. Apesar de o tempo ter sido curto para as visitas e acompanhamento das produções, o que aprendi sobre as diversas ferramentas, despertou um gostinho de “quero mais”. Adorei participar das atividades em grupo, apesar de no começo não ter gostado muito. Explico o por quê. Quando essa atividade foi lançada, eu estava pra lá de atrasada nas atividades individuais. A princípio pensei em primeiramente dar conta delas para depois participar do trabalho em grupo. Não me dei por conta que o desenvolvimento desse trabalho e o seu sucesso dependiam da participação de todas ao mesmo tempo, (com tantos proas para dar conta, acho que os neurônios começavam a falhar) e isto não podia esperar. Mas lendo as orientações da Prô Su “... dêem prioridade para as atividades em grupo de modo a não prejudicar as colegas e/ou não ficarem de fora da atividade realizada. Estas atividades, uma vez concluídas, não poderão ser recuperadas de forma individual.”, resolvi deixar as atividades atrasadas para outro momento e “pegar minha mochila e começar a andar”. Claro que para isso eu tive que me desdobrar ainda mais do que já vinha fazendo. Chegar em casa depois de uma jornada de três turno trabalhando e seguir madrugada a dentro lendo, pesquisando para conseguir dar conta das tarefas, não foi nada fácil. E a família então, ter que deixá-la de lado nos finais de semana (único tempo que tenho para eles),foi o mais dolorido. Porém, encarei isso como parte do meu processo de crescimento pessoal e profissional e segui em frente. Os ganhos com certeza compensaram os sacrifícios. Agora, quando me vejo trabalhando com os professores da minha escola em uma oficina de capacitação para o uso do laboratório de informática, sei que estou em condições de oferecer apoio, suporte para a construção das possibilidades de uso pedagógico dos recursos tecnológicos que temos na escola. Esta disciplina, sem dúvida, superou todas as minhas expectativas. Sinto não poder ter participado com mais tempo para poder aprofundar as leituras, reflexões, interações e produções nessa caminhada. Mas, o caminho foi mostrado, agora, é seguir buscando mais e mais para podermos nos apropriar dos conhecimentos dessa sociedade da informação e da comunicação e poder participar ativa e coletivamente.07/06/2007
Auto - avaliação - Atividade Proa 17/24
Voltando um pouquinho no tempo, antes de iniciarmos esta disciplina, lembrei-me de cada vez que divulgavam a abertura das matrículas. Ficava angustiada, com medo de não conseguir uma vaga, pois desde que disponibilizaram a lista das opcionais, imediatamente fui atraída por esta disciplina. Queria muito aprender sobre blogs. E hoje, ao término desta etapa, posso afirmar com segurança que aprendi muito com e nessa disciplina, com as professoras que tiveram um “caminhão” de paciência conosco (as mais lerdinhas), com as colegas que animavam, incentivavam quando nos sentíamos esgotadas, desanimadas e angustiadas por não dar conta das atividades. Quantas coisas novas, quantas leituras, pesquisas, ferramentas, e principalmente, o que foi mais relevante nesse processo, quantas reflexões. Quando me empolgava ao descobrir um novo recurso que iria deixar o meu blog com um visual bonito, quase não pensava sobre o propósito daquele recurso, achava-o bonito e pronto. Porém, as intervenções das prôs Íris e Su, me fizeram refletir sobre a “usabilidade” (algo que passei a conhecer) e a relevância deste ou daquele recurso no blog. A Proposta das atividades onde tínhamos que conhecer os diversos e diferentes recursos, manipulando, exercitando e refletindo sobre as experiências de utilização, nos possibilitou a metacognição, onde crescemos e avançamos, por meio da análise e reflexão sobre o nosso processo de aprendizagens. Dessa forma, aprendi a perceber e lidar com as dificuldades, tomar fôlego e retomar com novas tentativas para seguir nessa caminhada. A forma com que fomos solicitadas por meio das atividades, a estudar/pesquisar, sobre um aplicativo/ferramenta em grupo, nos mobilizou a interagir e produzir coletiva e colaborativamente. Na atividade de socializar os conhecimentos adquiridos, além da ferramenta que estudamos, conhecemos e experimentamos, pudemos aprender também, um pouco sobre as ferramentas /aplicativos que os outros grupos pesquisaram. Apesar de o tempo ter sido curto para as visitas e acompanhamento das produções, o que aprendi sobre as diversas ferramentas, despertou um gostinho de “quero mais”. Adorei participar das atividades em grupo, apesar de no começo não ter gostado muito. Explico o por quê. Quando essa atividade foi lançada, eu estava pra lá de atrasada nas atividades individuais. A princípio pensei em primeiramente dar conta delas para depois participar do trabalho em grupo. Não me dei por conta que o desenvolvimento desse trabalho e o seu sucesso dependiam da participação de todas ao mesmo tempo, (com tantos proas para dar conta, acho que os neurônios começavam a falhar) e isto não podia esperar. Mas lendo as orientações da Prô Su “... dêem prioridade para as atividades em grupo de modo a não prejudicar as colegas e/ou não ficarem de fora da atividade realizada. Estas atividades, uma vez concluídas, não poderão ser recuperadas de forma individual.”, resolvi deixar as atividades atrasadas para outro momento e “pegar minha mochila e começar a andar”. Claro que para isso eu tive que me desdobrar ainda mais do que já vinha fazendo. Chegar em casa depois de uma jornada de três turno trabalhando e seguir madrugada a dentro lendo, pesquisando para conseguir dar conta das tarefas, não foi nada fácil. E a família então, ter que deixá-la de lado nos finais de semana (único tempo que tenho para eles),foi o mais dolorido. Porém, encarei isso como parte do meu processo de crescimento pessoal e profissional e segui em frente. Os ganhos com certeza compensaram os sacrifícios. Agora, quando me vejo trabalhando com os professores da minha escola em uma oficina de capacitação para o uso do laboratório de informática, sei que estou em condições de oferecer apoio, suporte para a construção das possibilidades de uso pedagógico dos recursos tecnológicos que temos na escola. Esta disciplina, sem dúvida, superou todas as minhas expectativas. Sinto não poder ter participado com mais tempo para poder aprofundar as leituras, reflexões, interações e produções nessa caminhada. Mas, o caminho foi mostrado, agora, é seguir buscando mais e mais para podermos nos apropriar dos conhecimentos dessa sociedade da informação e da comunicação e poder participar ativa e coletivamente.
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